Osteopata Pedro Marinheiro

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Category Archives: Osteopatia

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Aulas de Libertação Miofascial na EMAC

Temos o prazer e a alegria de sermos professores no Curso de Terapia de Libertação Miofascial na EMAC – Escola de Medicinas Alternativas e Complementares do Porto. É uma experiência que tem sido maravilhosa a todos os níveis. Na nossa Clínica com os nossos pacientes temos tido a oportunidade de crescer todos os dias. E agora temos o prazer e a alegria de podermos ensinar, partilhar, aprender e crescer como professores, profissionais, terapeutas e seres humanos com os nossos alunos.

A Terapia de Libertação Miofascial:

É uma completa e multidisciplinar técnica para restaurar a saúde. Integra e incorpora um leque muito vasto de técnicas provenientes de vários sistemas e abordagens ao tratamento, libertação e equilíbrio da fáscia.

Mais informação no site da Escola:

http://emac-edu.com/course/21-curso-intensivo-de-terapia-de-libertacao-miofascial

Aproveitamos este post para desejar um Ano de 2016 pleno de Saúde e Harmonia a todos os que connosco partilham este caminho,

Pedro e Sónia Marinheiro

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Almofada para mulheres grávidas

Temos já há alguns anos, esta grande ajuda que está nas fotos, para as nossas pacientes grávidas. É sem dúvida uma ajuda preciosa especialmente na fase final da gravidez. Podemos tratar com toda a segurança e conforto a futura mamã e bebé! Que o digam as nossas pacientes que já usufruíram desta ajuda. Conseguimos dar grande qualidade e minorar as dores lombares  e lombalgias, nas semanas antes do parto!

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Mais uma vez repetimos:

A Osteopatia pode ajudar a proporcionar alívio de dores, melhorando a qualidade de vida e permitindo desfrutar da sua gravidez de forma confortável.

A segurança da mãe e do bebé são as principais preocupações do Osteopata. As técnicas osteopáticas são perfeitamente seguras em todas as fases da gravidez.

A gravidez não é uma doença, mas o sofrimento da mãe põe em sofrimento o bebé

Pode a Osteopatia ajudar na Depressão?

Mais de 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão ou problemas mentais, segundo nota divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), publicada por ocasião do Dia Mundial da Saúde Mental, que acontece nesta quarta-feira (10).
De acordo com estimativas da OMS, a depressão é comum em todas as regiões do mundo. Um estudo realizado com o apoio da OMS mostra que em torno de 5% de pessoas sofreram com a depressão no último ano.
“As mulheres são mais propensas a sofrer com a depressão do que os homens”, explicou Shekhar Saxena, diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias Psicoativas da OMS.
Assim, o número de mulheres afetadas pela depressão é 50% mais elevado que o dos homens, explicou ainda. Esta maior prevalência nas mulheres se deve principalmente à depressão pós-parto que afeta até uma em cada cinco.
A depressão, segundo a OMS, é diferente das mudanças de humor mais comuns. Ela se manifesta por um sentimento de tristeza que dura, ao menos, duas semanas, e que impede a pessoa de levar uma vida normal.
É fruto da interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Em muitas ocasiões, está relacionada com a saúde física. Uma doença cardiovascular pode, por exemplo, desencadear a depressão no enfermo.
Além disso, em circunstâncias particulares, como as dificuldades econômicas, o desemprego, as catástrofes naturais e os conflitos podem aumentar o risco de a pessoa sofrer com a depressão.
Nos casos mais graves, a depressão pode levar ao suicídio. Cerca de um milhão de pessoas se suicida a cada ano e uma grande porcentagem delas padece de depressão profunda.
Desenvolvimento
Mais de 50% das pessoas que se suicidam sofriam de depressão, segundo Saxena, que, por outro lado, explica que, quanto mais desenvolvido é o país, mais aumenta a incidência da doença em sua população.
Devido ao estigma que implica esta doença, muitos dos portadores de depressão não admitem que estão doentes. Além disso, segundo o especialista, a depressão muitas vezes está mal diagnostica nos jovens e crianças.
A primeira etapa do tratamento consiste em admitir que se sofre com a doença e buscar ajuda, enfatiza a OMS, que precisa em um comunicado que “quanto antes se coloca o tratamento em andamento, mais eficiente ele é.
Estes tratamentos são do tipo psicossocial e farmacológico. Por outro lado, “a participação ativa das pessoas deprimidas e de seus parentes no tratamento é essencial”, segundo a OMS.
“Existem tratamentos muito eficazes contra a depressão. Infelizmente, menos da metade das pessoas deprimidas recebem os cuidados de que necessitam. Esta cifra é, inclusive, inferior a 10% em muitos países”, conclui Saxena.

Ora a Osteopatia com a sua abordagem holística, encarando o paciente como um todo. Trabalhando as várias restrições existentes no organismo do mesmo poder ser uma ajuda preciosa no combate à depressão.

Por outro lado a própria abordagem do toque físico, que é utilizada na Osteopatia e outras ferramentas que o terapeuta poderá também utilizar, como técnicas de trabalhar os tecidos, orgãos e articulações, como Miofascial, ou Terapia Sacro Craniana, poderão potenciar em muito a cura e a capacidade de auto-cura que os pacientes possuem.

Osteopatia Gravidez – Dores Lombares – Tratamentos no Porto

OSTEOPATIA NA GRAVIDEZ
A actuação da Osteopatia na gravidez não é recente, mas muitas pessoas não têm consciência do seu potencial. Durante a gravidez, as mulheres podem ser seguidas pelo Osteopata, assegurando maior conforto, o que se poderá reflectir num parto mais fácil. Nesta fase procura-se dar maior libertação ao suporte ligamentar do útero e da pélvis, de maneira a evitar a cesariana.

As futuras mães carregam um peso precioso e o seu corpo tem de se adaptar a esse aumento e ao deslocamento do centro de gravidade. Isso pode ser particularmente difícil, podendo sofrer de dores nas costas e na bacia, de ciática e de alterações circulatórias. Podem também achar que coisas simples como caminhar, sentar ou virar na cama, se tornam desconfortáveis ou mesmo dolorosas.

Estes problemas são comuns na gravidez e muitas vezes são considerados normais. Dor ou desconforto é sinal de que o seu corpo está a sofrer e que precisa de ajuda.

A Osteopatia pode ajudar a proporcionar alívio de dores, melhorando a qualidade de vida e permitindo desfrutar da sua gravidez de forma confortável.

A segurança da mãe e do bebé são as principais preocupações do Osteopata. As técnicas osteopáticas são perfeitamente seguras em todas as fases da gravidez.

A gravidez não é uma doença, mas o sofrimento da mãe põe em sofrimento o bebé

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Manipulação Visceral

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View of Viscera Page 82 (Photo credit: perpetualplum)

A Manipulação Visceral foi desenvolvida pelo osteopata francês, Jean-Pierre Barral. Graças ao seu trabalho, todos os profissionais que trabalham na área da saúde podem actualmente recorrer aos movimentos rítmicos do sistema visceral como uma ferramenta terapêutica muito útil. A investigação clínica com os movimentos rítmicos do sistema visceral efectuada pelo Dr. Barral, levou a que seja possível trabalhar manualmente com os órgãos de uma forma precisa, tendo em conta a influência que estes têm nas suas disfunções estruturais e fisiológicas.

A vida e o movimento estão intimamente ligados. Todo o ser vivo encontra-se em movimento constante. Num corpo saudável, a relação entre os órgãos e as estruturas do corpo ( músculos, membranas, fascia e ossos ) mantém-se estável, não obstante os vários movimentos a que são submetidos. A função normal do sistema visceral depende da harmonia entre os movimentos de todos os órgãos e as estruturas que os envolvem. Quando esta harmonia é afectada, por razões estruturais ou emocionais, podem-se acumular restrições de mobilidade que mais tarde causam disfunções crónicas que vão destabilizar todo este funcionamento visceral e que por sua vez criam pontos de fixação e tensão anormais que se movimentam milhares de vezes por dia e, que, pouco a pouco, vão destabilizando e desgastando o corpo humano e afectam o seu bem estar estrutural e emocional. O sistema visceral está dependente da harmonia entre os movimentos de todos os órgãos e das estruturas corporais. No entanto, quando a harmonia entre os órgãos é afectada devido a uma situação anormal, podem-se acumular aderências e alterações que não só trabalham contra os próprios órgãos como também podem afectar as estruturas. Uma irritação crónica pode desenvolver-se e dar origem a doenças e certas disfunções. Além disso, esta perda de harmonia pode ainda criar fixações e pontos anormais de tensão dentro das paredes do corpo, obrigando-o a movimentar-se em torno destes pontos.

Como exemplo temos as aderências que se podem desenvolver à volta dos pulmões e alterar o seu eixo, o que obriga a uma alteração e acomodação anormal das estruturas corporais circundantes. Estas aderências podem modificar a mobilidade das costelas, causando um desequilíbrio das forças sobre a coluna vertebral e, com o decorrer do tempo provocar uma escoliose e dor. Este é um exemplo de uma disfunção relativamente pequena mas que se repete milhares de vezes ao longo do dia.

A Manipulação Visceral é uma terapia manual suave que trabalha com o sistema visceral do corpo ( coração, fígado, intestinos e outros órgãos internos, a fim de localizar e aliviar pontos de tensão anormal. Esta terapia aplica forças manuais específicas que trabalham com o intuito de promover a mobilidade e a tonicidade normal das vísceras e dos seus tecidos conjuntivos. Estas manipulações suaves podem melhorar significativamente a função individual dos órgãos e a integridade estrutural de todo o corpo.

A manipulação visceral é uma técnica terapêutica muito específica e que requer uma percepção palpatória muito bem treinada afim de o profissional poder detectar alterações no sistema visceral. O nível de ensino destes cursos é bastante alto, daí que, todos os professores que ministram estes cursos foram formados pelo prório Dr. Jean-Pierre Barral.

Osteopatia Sacro Craniana

A Osteopatia Sacro Craniana foi desenvolvida pelo médico e osteopata americano Dr. John Upledger, após um estudo científico intensivo entre 1975 e 1983, enquanto professor de biomecânica e investigador clínico na Universidade Estatal de Michigan nos Estados Unidos da America.

A Osteopatia Sacro Craniana é uma terapia manual, muito suave, que tem como objectivo avaliar e melhorar a função fisiológica do sistema sacro craniano, um sistema fisiológico do qual fazem parte as membranas cranianas e o liquido céfalo raquidiano que envolve e protege o cérebro e a espinal medula. Este sistema mantém uma relação entre o sacro e o cranio através do tubo dural e está exposto a tensões anormais que podem causar alterações em várias partes do corpo.

Usando um toque muito leve, de uma maneira geral não superior a 5 gramas, o terapeuta sacro craniano pode libertar certas restrições no sistema sacro craniano e dissipar os efeitos negativos do stress sobre o sistema nervoso central, facilitando o processo de recuperação do próprio sistema de auto-regulação, permitindo assim que este faça as suas próprias correcções quando e onde estas sejam necessárias, sem decerto modo contrariar o processo fisiológico normal.

A Osteopatia Sacro Craniana está indicada em qualquer faixa etária e raramente tem contra indicações. Em doentes de idades mais avançadas esta terapia pode melhorar a mobilidade funcional e proporcionar mais energia.

A Osteopatia Sacro Craniana é cada vez mais usada como terapia preventiva por ser benéfica no apoio e reforço às resistências naturais contra as doenças e é eficaz numa grande variedade de problemas médicos associados à dor e à disfunção, incluindo:

– Enxaquecas,
– Dores de cabeça,
– Dores musculares crónicas da coluna vertebral,
– Dificuldades respiratórias,
– Dificuldades de coordenação motora,
– Cólicas
– Autismo
– Disfunções do sistema nervoso central
– Problemas músculo esqueléticos
– Problemas generalizados nas crianças
– Dificuldades na aprendizagem
– Fadiga crónica, dificuldades emocionais
– Problemas relacionados com stress
– Problemas do tecido conjuntivo
– Fibromialgia
– Disfunções temporo-mandibulares
– Disfunções neurovasculares e do sistema imunitário, etc.

Um aspecto importante da terapia sacro craniana é o facto de esta poder ser conjugada com outras terapias ou usada individualmente, tendo sempre como objectivo o bem estar do doente. Cada vez mais chegamos à conclusão de que nenhuma terapia é perfeita, em muitos casos umas funcionam melhor do que outras, e em alguns casos melhor do que noutros, portanto, quando se pode oferecer uma terapia integrada a recuperação do doente é sempre mais eficaz.

Devo recorrer a um Tratamento de Osteopatia?

O meu caso será para a Osteopatia?

Na verdade, são inúmeras as indicações do tratamento osteopático, excepto tumores e patologias neurológicas graves. As patologias mais frequentes que chegam ao Osteopata são referentes a coluna vertebral, mas a actuação é muito mais ampla.

A osteopatia é recomendada nos seguintes casos: dores de costas agudas e crónicas (cervicalgias, dorsalgias, lombalgias), torcicolos, neuralgia cervicobraquialgias, ciatalgias e ciática, dores de cabeça, lesões traumáticas do sistema músculo-esquelético como é o caso das lesões desportivas, entorses, hérnias discais, epicondilites, cólicas menstruais, insónias, problemas digestivos, respiratórios, cardio-vasculares, renais, endócrinos, ginecológicos, entre outros.

A Osteopatia, assim como a maior parte das terapias alternativas, é particularmente eficaz no campo da prevenção, conseguindo evitar que as disfunções se transformem em doenças crónicas e ou lesões graves, como as artroses ou as hérnias discais, ainda que depois destas estabelecidas, contribua para as aliviar, reduzindo os seus efeitos.

É ainda eficaz como complemento a práticas psicológicas e médicas. Ajustando o equilíbrio interno e eliminando tensões, visa uma harmonia holística do corpo, proporcionando bem-estar.

E os Resultados dos Tratamentos Osteopáticos?

Os resultados costumam aparecer logo na primeira consulta. Melhoram dia a dia, dependendo é claro, da patologia ou da disfunção e do tempo de existência da mesma.

O ideal é a pessoa fazer uso da osteopatia quando começam as primeiras dores e não deixar passar, pois o tempo não cura, antes pelo contrário agrava as situações e aquilo que podia ser evitado passa a ser um problema muitas das vezes incapacitante e que não nos permite tirar o rendimento desejado da vida nem apreciá-la na sua globalidade.